Médico radiologista, com atuação em radiologia geral e musculoesquelética.

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Epidemiologia
▪ Prevalência nódulos palpáveis (áreas suficientes em iodo)

  • 5% em mulheres
  • 1% em homens
    ▪ USG pode detectar nódulos em 19-68% da
    população
    ▪ Importância clínica: excluir carcinoma de tireoide –
    prevalência de 7-15% da população

Anamnese
▪ História prévia de irradiação cervical ou craniana
▪ História familiar de câncer de tireoide ou
síndromes associadas a CA tireoide. Irradiação
para transplante de medula óssea
▪ Aparecimento de nódulos em extremos de idade
▪ Velocidade de crescimento do nódulo

Exame Clínico
▪ Paralisia de pregas vocais (rouquidão)
▪ Adenopatia cervical adjacente
▪ Fixação do nódulo aos tecidos adjacentes

Avaliação Complementar
▪ TSH
▪ Cintilografia
▪ USG
▪ PAAF
▪ Calcitonina

Avaliação inicial nódulo de tireoide
Nódulo de tireoide
TSH
Cintilografia I123
Considerar PAAF
baseado em critérios
clínicos e USG
Nódulo hipocaptante Nódulo hipercaptante
T3 e T4Livre
Hipertireodismo
subclínico
Hipertireoidismo
Tratar adenoma
tóxico

Avaliação Complementar
• USG – Indicações:
– Nódulo tireoidiano a palpação
– Bócio
– Anormalidades radiológicas (achado em TC ou RNM ou
FDG-PET scan)

USG
▪ Características associadas a malignidade
– Nódulo hipoecogênico
– Vascularização central aumentada
– Margens irregulares e infiltrativas
– Microcalcificações
– Ausência de halo
– Formato: “altura maior que largura”
– Linfadenopatia cervical: linfondos redondos,
sólidos com ausência de estria hiperecóica ou
císticos

USG
• Características associadas com benignidade
– Nódulo completamente cístico
– Nódulo espongiforme
Agregação de múltiplos componentes microcísticos
correspondendo a mais de 50% do volume do nódulo
– Calcificações grosseiras
– Halo fino
– Fluxo periférico ao doppler

Avaliação complementar
▪ PAAF

  • método mais preciso e custo-efetivo
  • procedimento de escolha para avaliação dos
    nódulos tireoidianos
  • guiado por USG ou palpação
    preferir USG quando nódulo não palpável,
    predominantemente císticos ou localização
    posterior

Indicação PAAF
▪ Alto risco:

  • AF Ca tireoide
  • RDT externa na infância
  • Radiação ionizante infância/adolescência
  • Hemitireoidectomia por Ca
  • PET FDG18 +
  • RET + / NEM, calcitonina >100 pg/mL
  • Indicação: nódulo > 5mm ou LN anormal (qualquer
    tamanho)
    Unidade de Tireoide HC-FMUSP
    Indicação P

Nódulos:
microcalcificações:  1cm

PAAF – Classificação de Bethesda I – Insuficiente para diagnóstico ▪ frequência 2-16% (idealmente: < 10% amostras) ▪ preparo inadequado (sangue, espessura, bolha de ar) ▪ número inadequado de células foliculares: > 6 grupos de células foliculares benignas, cada grupo composto por pelo menos 10 células ▪ Risco de malignidade: 1 – 4% ▪ Recomendação: repetir PAAF guiada por USG – se persistir → cirurgia

II – Benigno
▪frequência 60-70%
▪nódulo folicular benigno (mais comum)

  • coloide variável
  • células foliculares benignas arranjadas como
    macrofolículos ou fragmentos de macrofolículos
    ▪Recomendação: seguimento USG 6-18m
    (falso negativo 0-3%)

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