Médico radiologista, com atuação em radiologia geral e musculoesquelética.

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Cervical

  • Cisto tireoglosso: causas – persistência do forame cego; diferencial – cisto dermoide, higroma cístico (lateral); clínica – massa indolor, móvel à deglutição e protusão, linha média, crescimento gradual; imagem – TC cervical c/ contraste – USG cervical; tto – cirurgia de Sistrunk.

Parede abdominal

  • Onfalocele: umbilical; membrana (peritôneo); malformações; indicação de parto cesáreo (pré-natal);
  • Gastrosquise: à D do umbigo; eviscerado; atresia intestinal; indicação de parto cesáreo (pré-natal);
  • Tratamento: SNG + hidratação + ATB + proteger conteúdo; cirurgia – redução + fechamento.

Digestório

  • Atresia de esôfago: epidemio – familiar + malformações (VACTREL); clínica – sialorreia, engasgo, distensão, SNG); mais importante – tipo C (86%) fístula distal; imediata – gastrostomia de urgência; definitiva – anastomose ou esofagocoloplastia.
  • Estenose hipertrófica de piloro (EHP): 2-8ª semana; vômitos não biliosos (em jato); desidratação + alcalose metabólica; Oliva palpável; Rx-USG (sinal do alvo); pilorotomia extramucosa Fredet-Ramstedt
  • Atresia duodenal: primeiro dia de vida; vômitos biliosos (sem distensão); Sd. Down / polidramnia; sinal da dupla bolha (Rx); investigar malformação – duodenoduodenostomia (bypass da obstrução).

Vias biliares

  • Atresia das vias biliares: definição – vias biliares substituídas por fibrose; diferencial – cisto de colédoco; clínica – icterícia 2-3ª semana, acolia fecal + colúria (tardios); imagem – USG afasta outros diagnósticos; diagnóstico – clínica + USG + biópsia; tratamento – Kasai (até 8-10ª semana) + transplante S/N.

Respiratório

  • Hérnia diafragmática – Morgani: direita; rara;
  • Hérnia diafragmática – Bouchdalek: esquerda; mais comum (85%);
  • Clínica: dispneia + MV diminuídos + abdome escavado
  • Diagnóstico: USG pré-natal ou Rx após o nascimento
  • Tratamento: laparotomia oblíqua subcostal

Geniturinário

  • Criptorquidia: definição – não descida testicular (50% direito); preocupa a partir de 9 meses; ao exame, palpável (retrátil, ectópico ou inguinal) ou não palpável (intra-abdominal ou ausente); diagnóstico – exame físico, laparostomia, cariótipo; tratamento – HCG IM ou GnRh IN se retráteis, orquidopexia (9-15 meses).
  • Escroto agudo: torção – twist + isquemia, dor abrupta, Phren – (elevação da bolsa escrotal), reflexo cremastérico -, Doppler sem fluxo, orquidopexia bilateral (T<6h); orquite – infecção viral, dor gradual, Phren +, reflexo cremastérico +, Doppler normal/aumentado, cultura + Bx.
  • Fimose: definição – prepúcio s/ retração manual; causa – aderências fisiológicas – até 3 anos; diagnóstico – exame físico; tratamento – betametasona 0,1% 6 semanas (75%), postectomia (3-10 anos) (> fraldas), indicação cirúrgica (fimose cerrada, ITU/balanite de repetição); parafimose – redução manual imediata.

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1º ano de vida: hérnias estranguladas no 1º semestre e invaginação intestinal no 2º / telescopagem intestinal no intestino adjacente / ileocecólica / 90% causa idiopática / IVAS

Acima de dois anos: cabeça de invaginação (divertículo de Meckel), edema mesentérico, comprometimento circulatório, isquemia e descamação da mucosa / evacuação característica (em framboesa) + sensação palpatória (chouriço em FID) + Rx com obstrução intestinal – distenção de alças de delgado – enema opaco com contraste pelo reto – sinal da taça – imagem em alvo (USG transversal) e pseudorrim (USG longitudinal) – cirurgia não necessária como 1ª opção – enema com SF – necrose de alça ressecção

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