Etiopatologia
Fatores de proteção
- Fatores anatômicos
- Ângulo de Hiss
- Tamanho do hiato esofagiano
- Esfíncter esofágico inferior
- Fatores funcionais
Fatores predisponentes
- Hérnia de hiato
- Deslizamento (tipo I): transição esofagogástrica acima do pinçamento diafragmático. DRGE.
- Rolamento (tipo II): transição esofagogástrica abaixo do pinçamento diafragmático. Encarceramento e estrangulamento.
- Mista
- Fatores anatômicos: obesidade, gestação, ascite
- Fatores higieno-dietéticos: alimentação noturna, alimentos gaseificados, alimentos gordurosos, metilxantinas
Quadro Clínico
Pirose retroesternal
- 1x/semana 20% da população dos EUA
- 12% Brasil
Exames Complementares
Tratamento
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- Clínica + conduta: sintomas típicos (pirose + regurgitação)
- Medidas antirrefluxo + omeprazol 4-8 semanas. Não melhorou? Dobrar a dose por + 12 semanas. Não melhorou? EDA.
- Indicações de EDA: (1) refratariedade; (2) alarme: disfagia/odinofagia/hemorragia digestiva/anemia/emagrecimento; (3) idade > 40-45-50-55 > 60 a
- Tratamento cirúrgico. Indicações: refratariedade; recorrência; preço x tempo.
- Exames pré-operatórios: (1) pHmetria – padrão-ouro (2) manometria – ver aperistalse?
- Cirurgia padrão: fundoplicatura total (Nissen) – padrão-ouro / parcial – aperistalse?
- Complicação: esôfago de Barrett (metaplasia intestinal). Epitélio escamoso -> colunar. Sempre biopsiar! Sem displasia: prazol + EDA a cada 3-5 anos. Com displasia: prazol + baixo grau – vigilância (?) ou ablação por EDA / alto grau – ablação por EDA ou esofagectomia

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